
Pra muita coisa importante, pra muito sentimento falta nome, falta definição...
Viver é muito perigoso... Porque aprender a viver é que é o viver mesmo...
O não "entender" me deixa mais confusa do que já sou.
Será que eu julgo por mim, o que não conseguiria nem em sonho fazer? (dando a ele a certeza que me tem nas mãos)
Será que me finjo de cega? (não ver certas coisas é bem cômodo)
Será que meu incosciente, domina essa situação onde eu gostaria tanto de estar acordada de fato, de poder analisar friamente e então poder bater meu martelo e dar o veredicto? (culpada por acreditar no amor, e sendo assim, me confortar nesse atenuante)
Estranho esse estado que me econtro, não durmo nem fico acordada, não sonho nem me dou conta dos fatos, sou mas não sou, estou mas não me sinto, compro fiado e ao mesmo tempo pago caro, não tenho dúvida mas também não tenho certeza, amo e odeio, até caibo mas fica pequeno, doce e amargo, tudo e nada, cheia, feliz, satisfeita e vazia, triste e com um abismo dentro do peito, extremamente perto e a quilometros de distância, fato por que existe, mas só pra mim.
Aproveito muito, me detenho a falar sobre coisas que causam introspecção. Rs... Lembrei de uma frase da música da Pitty: "To aproveitando cada segundo, antes que isso aqui vire uma tragédia."
Inútil resistir, inútil fugir.
Só sei que isso cresce nem sei pra onde e se vai ter espaço.
Tenho fé que dentro dessa desordem anunciada eu possa enfim, "dizer do amor que tive (tenho), que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja interminávelmente infinito, enquanto dure."
Um dia talvez eu consiga dizer tudo "tim tim por tim tim", e entender o que eu não sei.
Intuo que o que a vida espera da gente é coragem.
Digo, então, que nada se perderá. Pelo menos, dentro da gente.
"Viver é uma questão de rasgar-se e remendar-se"

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